Arquivo da categoria: Skateboard

One lens for skateboard

Fala galera... Como alguns aqui sabem, sou skatista há um bom tempo e eu sempre quis juntar em um projeto o skate e a fotografia. Eis que finalmente consegui colocar em prática tal projeto. Andei pensando em algumas coisas e tive a ideia de fazer algo que julguei ser interessante: fotografar a cena do skate com uma lente que não é comum nessa área: a lente 50mm. O projeto se chama 1lens4skt (one lens for skateboard ) e se algum skatista quiser aparecer no projeto, me avise. Estou indo para alguns cantos fazer as fotos 🙂 Site: 1lens4skt.tumblr.com Facebook: facebook.com/1lens4skt É isso ai... acessem o site e curtam a página no FB. []'s

Bob Burnquist’s “Dreamland” – A Backyard Progression

Some words from descriptions video in youtube "Among the most influential skateboarders the industry has ever seen, Bob Burnquist is still innovating. In his new webisode series, Burnquist grants his fans exclusive access to the private domain in which so many of his contributions to skateboarding were born, his backyard in Southern California, better known as "Dreamland." Hence, "The Dreamland Series." To lead off the series, we see something from Burnquist that hasn't been seen since 2010: a full-length video part filled with never-before-seen footage. And, the Hip. Yes, he added a Hip feature onto his personal MegaRamp. A Hip that starts up on a hill and sends him across a 15-foot gap into the 25-foot quarterpipe. You know, something mellow."  
Bob, você é foda.

Preconceito da Revista ISTO É

ISTO É provando que é uma revista de merda ao relacionar skate com bandido, crime. PURO PRECONCEITO isso. Estão querendo denegrir a imagem de um esporte onde a união e amizade é uma das coisas mais importantes para nós, praticantes. Abaixo reproduzo as palavras do Pedro Barros, brasileiro, skatista, campeão e ser humano que luta há anos para levar a boa imagem do esporte brasileiro pelo mundo a fora. "ISTO É, venho trabalhado arduamente pelos ultimos 10 anos de minha vida, me doando, me sacrificando para provar que o skate é umas das ferramentas sociais mais eficaz para o jovem. Mostrar que existe milhões de beneficios em torno desse estilo de vida. Cultura, lazer, liberdade, DINHEIRO e principalmente HUMANISMO. Pelos ultimos 10 anos somos embaixadores do Brasil mostrando para esse mundo gigantesco que o skate é um orgulho nacional. Qual a razão ou conexão de um bandido e um SKATE? Estamos plantando paz e integridade e a ISTO É colhendo gerra? O Skate vai mostrar pra voce a nossa força e reivindicação que temos. O Brasil inteiro vai saber da nossa opnião e do seu descaso!"

Skateistan – Skate no Afeganistão

Em fevereiro de 2007, o skatista Oliver Percovich, nascido e criado em Papua-Nova Guiné, chegou à Kabul, capital do Afeganistão, levando consigo seu skate e um desejo forte: usá-lo pra sensibilizar e transformar a população do lugar. Como? Começando pelas crianças e jovens afegãos. De lá pra cá, criou o Skateistan, um programa educacional independente e apolítico, para garotos e garotas entre 5 e 18 anos, de toda e qualquer etnia e religião. A ideia era através do skate ter contato com esse público e estimulá-lo a novas visões, oportunidades e principalmente a criação de um potencial de mudança nele. Diante das deficiências e dificuldades do lugar, que vão além de uma cultura distante da de Oliver, a intenção primordial do fundador foi alcançar os que vivessem na rua e começar a “contaminação” por eles. Hoje, seis anos depois de sua implantação, cerca de 400 alunos frequentam semanalmente o Skateistan. Além do esporte que dá nome ao programa, outras atividades são oferecidas. “Eles vêm pelo skate e ficam pela educação. Fazem aulas variadas e workshops sobre arte.” Atualmente, um plano de volta às aulas prepara 40 crianças refugiadas para serem reinseridas à escola pública. Ainda, elas têm a chance de aprender novos esportes. No entanto, o favorito de todos continua sendo o skate, que diz Oliver “constrói confiança, criatividade,  autoestima e rende muita diversão.”

Para a surpresa da própria organização, 40% dos matriculados no curso é de meninas

50% do público atendido pelo programa é de moradores de rua e, para a surpresa da própria organização, 40% é de meninas. O sucesso entre as garotas - vale destacar que falamos de uma País onde a mulher vive em situação de extrema desigualdade em relação ao homem - fez com que o time dedicasse ainda mais forças a elas e que novos projetos fossem criados espécialmente para elas. Nos anos de 2008 e 2009, o documentário "Skateistan – Four Wheels and a Board in Kabulm" foi filmado. O longa conta a história da criação do Skateistan e mostra os resultados obtidos pela ONG até então. Em 2011, o programa ganhou força e uma extensão no Cambodia, onde foi aplicado da mesma forma que em Kabul. Aqui, um vídeo que mostra meninas afegãs em aulas de skate. Caso você queira doar, comprar o livro ou saber mais sobre o Skateistan, acesse o site do projeto: www.skateistan.org   Fonte: retirado do site Revista Trip PS: sempre quis ter algo parecido para ensinar jovens a andar de skate. Quem me conhece bem sabe que sempre que me pedem ajuda, eu ensino aquilo que eu sei. Afinal, quando eu comecei, alguém teve que me ensinar também. Hoje passo o que eu sei para os mais novos. 🙂